Setembro Amarelo: SOS - Comportamento suicida

Setembro Amarelo: SOS - Comportamento suicida

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Você consegue identificar sinais de um comportamento suicida? Além disso, você sabe o que fazer ao presenciar esse potencial risco?

Tristeza excessiva, variações bruscas de humor, calma após um longo episódio de depressão, tentativa de reconciliação com quem está próximo, fixação pela ideia de fazer um testamento. Essas são algumas atitudes que podem revelar um comportamento suicida.

A campanha do mês de setembro traz a cor amarela com o objetivo conscientizar e prevenir o suicído. Sendo esse um dos principais motivos de causas de morte no mundo todo.

Nesse sentido, para ajudar essa campanha, escrevemos nesse artigo informações importantes que todos deveriam saber sobre o comportamento suicida:



Quais são as características do comportamento suicida?

A atenção ao comportamento suicida começa na observação de sinais mais subjetivos, como insinuações de cansaço da vida, do sofrimento, desejo de morte, perda de perspectivas, falta de interesse por atividades gerais, sem a verbalização objetiva do fato.

Além disso, existem ainda situações que podem ser percebidas por familiares mais próximos:

– descuido com medicações contínuas;

– tentativa de resolução de pendências;

– desinteresse em se cuidar;

– falta de projetos de médio e longo prazo;

– humor apático e diminuição da interação com pessoas próximas;

– queixas constantes de sintomas subjetivos (desconforto/angústia/avolição);

– inapetência.

3 Mitos e verdades sobre o comportamento suicida 

- “É difícil ter apenas 1 motivo que leva a pessoa a querer desistir da vida, são várias causas envolvidas.” É VERDADE

- A pessoa que tem comportamento suicida nunca emite sinais de alerta.” É MITO


- “Se uma pessoa pensa em tirar a própria vida, nada a fará mudar de ideia.” É MITO



Acima de tudo, é preciso ter consciência que a primeira barreira a se romper para viabilizar a prevenção ao suicídio, é desconstruir preconceitos do senso comum. Ou seja, é preciso compreender que todos sentimos dores e cada uma tem sua importância.




Contudo, não é porque o assunto é delicado que não devemos falar sobre ele. Pelo contrário, precisamos falar sobre isso e estar abertos a buscar e oferecer ajuda.


Após essa leitura, vamos aproveitar para relembrar que a escuta, o acolhimento e uns minutos de atenção podem fazer a diferença. Nem sempre conseguimos enxergar os sinais de alerta, mas, com atenção e cuidado, podemos tentar oferecer ajuda.

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